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A Persistência da Memória Agosto 5, 2009

Filed under: Documentos gerais — teoriasfilosoficas @ 3:43 pm

a persistencia da memoria

A PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA – SALVADOR DALI (ESPANHA. 1904-1989)

 

A Persistência da Memória é um dos principais quadros do movimento surrealista. 
Ele mostra o tempo e a memória, através dos relógios, moles e dependurados.
Querendo dizer que o tempo é maleável e relativo, onde passado e presente se fundem.
Ele mesmo se pintou no quadro, de olhos fechados e caído, como uma premonição do seu tempo futuro.
Representam o espaço infinito, os elementos como: o relógio azul, a perpectiva e a cor da terra que é eterna, porque tudo vira terra.
As cores como a de um crepúsculo, onde o dia se esvai e a noite vem chegando.
Numa praia onde termina a terra e começa o mar, fundindo com o céu infinito.
Numa mistura de sonho e realidade.

 

 

O TEMPO, A MEMÓRIA E A FILOSOFIA

A memória é uma evocação do passado. É a capacidade humana para reter e guardar o tempo que se foi, salvando-o da perda total. A lembrança conserva aquilo que se foi e não retornará jamais. É nossa primeira e mais fundamental experiência do tempo.

 

“Chego aos campos e vastos palácios da memória, onde estão tesouros de inumeráveis imagens trazidas por percepções de toda espécie… Ali repousa tudo o que a ela foi entregue, que o esquecimento ainda não absorveu nem sepultou… Aí estão presentes o céu, a terra e o mar, com todos os pormenores que neles pude perceber pelos sentidos, excepto os que esqueci. É lá que me encontro a mim mesmo, e recordo das acções que fiz, o seu tempo, lugar, e até os sentimentos que me dominavam ao praticá-las.”

 

Podemos dizer que, no nosso processo de memorização, entram componentes objectivos e componentes subjectivos para formar as lembranças.

São componentes objectivos: as actividades físico-fisiológicas e químicas de gravação e registro cerebral das lembranças, bem como a estrutura do objecto que será lembrado.

 São componentes subjectivos: a importância do facto e da coisa para nós; o significado emocional ou afectivo da coisa para nós; o modo como alguma coisa nos impressionou e ficou gravada em nós.

A consciência da diferença temporal – passado, presente e futuro – confere à memória  uma forma de percepção interna chamada introspecção, cujo objecto é interior ao sujeito do conhecimento: as coisas passadas lembradas, o próprio passado do sujeito e o passado relatado ou registrado por outros em narrativas orais e escritas.Além dessa dimensão pessoal e introspectiva (interior) da memória, é preciso mencionar sua dimensão colectiva ou social, isto é, a memória objectiva gravada nos monumentos, documentos e relatos da História de uma sociedade.

 

 OS ANTIGOS E A MEMÓRIA

Os antigos gregos consideravam a memória uma identidade sobrenatural ou divina: era a deusa Mnemosyne, mãe das Musas, que protegem as Artes e a História. A deusa Memória dava aos poetas e adivinhos o poder de voltar ao passado e de lembrá-lo para a colectividade. Tinha poder de conferir imortalidade aos mortais, pois quando o artista ou o historiador registravam nas suas obras a fisionomia, os gestos, os actos, os feitos e as palavras de um humano, este nunca seria esquecido e, por isso, tornando-se memorável, imortal.

 

OS FILÓSOFOS E A MEMÓRIA

O filósofo francês Bergson distingue dois tipos de memória:
 

A memória-hábito é um automatismo psíquico que adquirimos pela repetição contínua de alguma coisa, como, por exemplo, quando aprendemos alguma coisa de cor. A memória é uma simples fixação mental conseguida à força de repetir a mesma coisa.

 A memória pura ou a memória propriamente dita é aquela que não precisa da repetição para conservar uma lembrança. Pelo contrário, é aquela que guarda alguma coisa, facto ou palavra únicos, irrepetíveis e mantidos por nós pelo seu significado especial afectivo, valorativo ou do conhecimento.

 

A MEMÓRIA E A PSICOLOGIA

A memória não é uma cópia fiel da realidade. Esta é transformada, isto é, a memória reconstrói as informações que recebe, dando relevo a umas e apagando outras. O processo de memorização é activo e dinâmico. A memória tem um carácter selectivo, porque nem toda a informação é guardada. Ao dizermos: “O conhecimento não ocupa lugar” estamos a fazer uma afirmação incorrecta. A memória é como uma “caixa”. Quanta mais informação tem, mais cheia fica. Quando a “ caixa” está “cheia”, tem de “esvaziar”. A esse “esvaziamento” a Psicologia dá o nome de esquecimento. O esquecimento permite à memória reter ou armazenar novos conhecimentos. O esquecimento é essencial para o processo de memorização. É, pelo facto, de esquecermos que estamos aptos a fazer novas memorizações. O esquecimento apresenta uma função selectiva e adaptativa, afastando todos os materiais que não são importantes ou úteis para um normal funcionamento da nossa vida.

 

 

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Epistomologia Maio 25, 2008

Filed under: Trabalhos 3ºPeríodo — teoriasfilosoficas @ 6:41 pm

Trabalho de Grupo:

Desenvolvimento da Ciência

(trabalho realizado com Patrícia Catarino e Susana Dias) 

 

René Descartes e o Pensamento Certo

Filed under: Descartes,Trabalhos 3ºPeríodo — teoriasfilosoficas @ 6:19 pm

Apresentação de Diapositivos

 

 

Idade Moderna e Idade Contemporânea Maio 16, 2008

Filed under: Idade Moderna e Idade Contemporânea,Trabalhos 3ºPeríodo — teoriasfilosoficas @ 11:30 am

Comentários

(Trabalho realizado com Patrícia Catarino)

 

Idade Contemporânea

Filed under: Idade Moderna e Idade Contemporânea,Trabalhos 3ºPeríodo — teoriasfilosoficas @ 11:11 am

 

Terrorismo

Os atentados de 11 de setembro consistiram numa série de ataques suicídas coordenados pela Al-Qaeda contra alvos civis nos Estados Unidos da América a 11 de Setembro de 2001.

Para se ter uma ideia quantitativa do arrasador resultado, só o ataque em si excedeu o saldo de aproximadamente 2400 militares norte-americanos mortos no ataque sem aviso prévio dos japoneses à base naval de Pearl Harbor em 1941. Além disso, estas terríveis acções foram caprichosamente planeadas e direccionadas aos ícones americanos, praticadas impunemente tendo como simples armas aviões comerciais.

 

Conquista Espacial

A disputa entre Estados Unidos e União Soviética (URSS) pela conquista do espaço foi o grande impulso para a exploração espacial e resultou em grandes avanços científicos, tecnológicos e descobertas importantes. Em 1957, a URSS saiu na frente, lançando o Sputnik 1, o primeiro satélite artificial a entrar em órbita. Uma semana depois, foi lançado o Sputnik 2, com a cadela Laika, o primeiro ser vivo a ir para o espaço.

O projecto soviético para enviar o homem à Lua começou com a nave Soyuz 1, mas foram os americanos os primeiros a chegarem à superfície lunar em 20 de Julho de 1969, quando o módulo lunar Eagle, da nave Apollo 11, pousou no solo e o primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong deu fim à corrida espacial. A famosa frase do astronauta tornou-se célebre na História do século XX:

 “Um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a Humanidade”.

 

Idade Moderna

Filed under: Idade Moderna e Idade Contemporânea,Trabalhos 3ºPeríodo — teoriasfilosoficas @ 10:29 am

Descobrimentos

Ao longo do século XIV, toda a Europa atravessava uma grave crise económica. Portugal não era excepção. Todos os grupos sociais procuravam expandir-se em busca de uma nova vida, mas a paz com Castela cedo definiu as fronteiras portuguesas. No entanto, o contacto com o mar fez-nos um povo de marinheiros e pescadores, atraídos pelo desconhecido. A situação geográfica de Portugal, a sudoeste da Europa, com a sua faixa litoral voltada para o Atlântico e com uma costa recortada com bons portos, era propícia à navegação. O país voltou-se para o mar, Portugal lançou-se na Expansão Mar.

 

Renascimento

O Renascimento (termo proveniente de «renascer») caracteriza-se essencialmente por dois aspectos fundamentais: o interesse pelo saber e o interesse pela cultura. Estes ideais, provenientes dos antigos Gregos e Romanos, marcaram fortemente este período, de grandes descobertas e explorações, com notáveis avanços na Ciência e na Astronomia. Deixa de existir a visão teocêntrica do Homem da Idade Média, isto é, Deus deixa de ser razão para todas as explicações acerca do Universo.

 

O mundo de Sofia Maio 15, 2008

Filed under: Testes,Trabalhos 3ºPeríodo — teoriasfilosoficas @ 10:44 pm

Teste

(trabalho realizado com Susana Dias)